Sábado, Maio 02, 2009

Mudança de poiso




Cansei-me de blogar sozinho.
Arranjei uns amigos e, À volta de um Lagavulin, decidimos conversar juntos. Para já, agrada-me o travo da ilha de Islay, bem no norte da Escócia.

Porque não passa por ?

Quarta-feira, Abril 01, 2009

Gosto mesmo desta canção

Geme o restolho, triste e solitário
a embalar a noite escura e fria
e a perder-se no olhar da ventania
que canta ao tom do velho campanário

Geme o restolho, preso de saudade
esquecido, enlouquecido, dominado
escondido entre as sombras do montado
sem forças e sem cor e sem vontade

Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda

Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
prá receber daquilo que aumenta o coração

Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda

Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
prá receber daquilo que aumenta o coração

Sábado, Fevereiro 14, 2009

Pedras no caminho....

200


Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

(Fernando Pessoa)

Terça-feira, Dezembro 30, 2008

O surto de gripe, os hospitais portugueses e o Natal

O SNS é o serviço público que melhor funciona. Disso não tenhamos qualquer sombra de dúvida!

Esta semana houve uma aumento de espera nos Serviços de Urgência, possivelmente devido a um surto de gripe.
Um pico de procura em qualquer serviço será sempre problemático, quer se trate de uma urgência, de uma fila para comprar o passe social ou a lista de espera para um lar de idosos. Nessas alturas o tempo de espera aumenta: é uma inevitabilidade.

O que é preciso é analisar com seriedade a própria procura. Não tenho os números, mas é realmente preciso analisar se as pessoas vieram aos SU justificadamente, ou vieram ao “primeiro espirro”.

Dos doentes que normalmente acorrem ao SU, alguns têm logo alta, outros ficam durante algum tempo e um grupo fica internado. As proporções entre estes grupos são normalmente constantes. Os números absolutos sobem e descem consoante aparecem “surtos” de doenças, mas a proporção é mais ou menos constantes.
Parece que em hospitais onde a média de internamentos é 9% dos doentes admitidos, neste “surto” a percentagem desceu, o que indicia que a gravidade média” dos doentes será menor. Desses, provavelmente uma franja não necessitaria de ir ao hospital.

Eu tenho uma outra justificação: a proximidade do Natal. No passado fim de semana, num grande hospital do Grande Porto, morreram 17 pessoas na “Área Médica” (exclui a “área cirúrgica”). Todos tinham mais de 90 anos!!!! E que motivo especial tinha a maioria para ali estar no fim de semana de Natal? Nenhum em especial. Apenas era Natal.

Hoje em dia as pessoas já não morrem em casa. As famílias não querem ter que passar pela morte dos seus velhos, especialmente no Natal.
Está provado que no Natal aumenta o “depósito” de idosos no Serviço de Urgência e nos serviços de internamento.

Há campanhas para não se abandonarem os animais de estimação nos meses de férias…. Talvez devesse haver alguma para os velhos, no Natal.

Terça-feira, Novembro 11, 2008

"'THE NEWS ABOUT MY DEATH ARE GROSSLY EXAGGERATED" (Mark Twain)

Terça-feira, Setembro 16, 2008

O HOMEM É GRANDE!!!!

Terça-feira, Julho 22, 2008

O David foi passar uma férias à América

Domingo, Julho 20, 2008

Grande concurso: ganhe uma viagem!



Para ganhar a viagem é muito simples. Basta responder às duas perguntas abaixo:

1) Quem na foto está com sono?
2) Quais são os dois gémeos?


Boa Sorte!!!!!!

Sábado, Julho 19, 2008

Novo genérico

Férias em tempo de crise